
Como é recorrente faço uma agenda para relevar planos. Se conseguir no espaço de um mês sairá um postal sobre programas eleitorais e outro sobre a Filosofia Moderna. Não comecei nem sei rigorosamente o que vou escrever. Terei que ler para o efeito: os programas eleitorais (julgo que por agora vou ter que me remeter aos das legislativas de 2019) e os pensadores renascentistas, empiristas e iluministas, por aí. Tenho uma ambição maior de até ao final do próximo ano escrever um texto conciso que abarque a História da Filosofia. Creio que quem me lê já sabe que não pode esperar grande coisa: nem aprofundada nem exaustiva. A ideia é uma vez mais tentar alinhavar a história do pensamento, perceber a sua evolução e tentar assentar em noções básicas que fui perdendo ao longo dos anos ou não cheguei a conhecer. E faço-o sobretudo para me orientar através de um fio condutor - muito pessoal, provavelmente - e tentar reter alguma coisa das leituras que vou fazendo. Cada um tem a memória que tem, cada um tem a capacidade de concentração que tem, cada um tem as fragilidades que tem e parece-me conveniente combater as minhas.
Não esqueci nem a cronologia do Covid prometida em Abril de 2020, mas ainda não é tempo, nem vou deixar de terminar a série Espanador com a Coreia do Norte e a Nova Zelândia, porém estou com preguiça de me debruçar sobre o Oriente ainda que de uma forma muito ligeira.