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13/12/2021

A tecla de sempre

Num país de elites fracas e dissimuladas - máxime políticos de topo - é natural que quando se oiça falar verdade e a direito, em abono da verdade, desajeitadamente - coisa muito comum na mais antiga Democracia do mundo - se fique muito nervosinho a fazer acusações disparatadas e a dar azo a jornalistas e comentadores patetas para apelidarem Rui Rio de Orbán português. Estou a imaginar o que seria feito da maioria destes meninos mimados de dedinho no ar que não estão habituados a ser contraditados à séria a ter que fazer política no Parlamento do Reino Unido ou a trabalhar em jornais ingleses.


Quanto a Marcelo Rebelo de Sousa - já me cansei denominá-lo Presidente da República -, lembro-me bem de em Setembro do ano passado se andar a colar aos sucessos do andamento dos processos judiciais, trabalhando para a boa imagem e o populismo. Aqui fiz uma nota sobre disso. Na altura esqueci-me de estabelecer a ligação para a notícia, que hoje apesar de ter estado meia-hora a procurar não encontrei.