

























Um par de horas no Museu Nacional de Arte Contemporânea. A repetir (ao Berardo apanhei-o já perto da hora de fecho quando lá fui no ano passado, voltarei a insistir).
Sei, não deveria atirar com as imagens sem compor e associar informação sobre as telas. Façam um favor: se quiserem, procurem na internet. Facilmente obterão detalhes sobre a vida e obra de qualquer um dos artistas representados - como Vieira da Silva, Júlio Pomar e Francis Smith. Por mim, calo-me. Perante estas alegrias, emudeço.
(amanhã tentarei dar um arranjo nas imagens; sou naba no telemóvel.)