Segunda dose da Pfizer tomada. Avizinha-se uma tarde a dormir.
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Leio por aí uma patética teoria auto-justificativa de pessoa que por acaso até gostava de ler há uns anos. As palermices que se dizem em nome da defesa dos interesses das raparigas e das mulheres são de uma imaginação a toda a prova. As voltas de cobra que se dão para justificar decisões que tanto podem ser fiéis ao que se pensa e sente como de pura cobardia ou canalhice. Não conheço outra forma certa de resolver a vida que não seja pela verdade. Como de costume misturar alhos com bugalhos resulta sempre quando se quer atirar areia aos olhos dos outros.
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Nos jornais continuam as tricas e laricas e o alheamento da realidade.
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De resto, maldisposta deste ontem. Ou hoje, tanto faz. Já não tenho pachorra nem idade para brincar aos cowboys. E quando quero brincar aos cowboys faço-o com gente que sabe o exacto valor das palavras. Gente que respeito e me respeita. Há coisas que me soam a déjà vu fora da realidade. Assim fiquem. Sem a menor vontade de reprises descabidos.
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O importante: dormir bastante para me refazer e segunda-feira regressar ao trabalho em força.