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Vinha tão bem-disposta pelo caminho e deparo-me com esta dor de alma.
José Gomes Ferreira, está a ver? Quando morrem, os passarinhos não caem no céu, sempre caem do céu.
Sem a dignidade de enterro celeste.
Ou buraquinho na erva coberto de malmequeres feito por mãos em luto de criança triste.
Ali prostrado num passeio calcorreado por tantos pés distraídos. Fim triste.
Maldita realidade. Não me deixa ser Poeta.