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11/11/2022

Vinha

Sonhei que estava na vinha de Valinhas, entre as videiras onde havia um caminho até ao pequeno portão de ferro no muro com dois degraus para o estradão. Estávamos nesta altura do ano, de poucas parras. Chovia muito. O vento era muito forte. No carreiro passou um autocarro de longo curso - nos sonhos todo o absurdo é possível. Chegado ao estradão começaram a sair pela porta da frente do autocarro raparigas novas vestidas de preto. Senti-me condoída não porque tivesse morrido alguém, mas pela vida delas. O vento deixou de soprar e a chuva parou. Acordei às 6h30. Dormia desde as 23h00.