Era suposto escrever o diário de hoje, mas estou a cabecear cheia de sono. A tentar contrariar o cansaço e a hesitar tomar café, por achar que não vai surtir o efeito desejado. Vai daí, vou ceder sabendo que se me deitar agora, lá para as cinco da madrugada estarei com o espevite todo, o que não me agrada. Caramba, de noctívaga a madrugadora. Nunca encontrarei o meio-termo na vida? Amanhã, se não surgir assunto palpitante que me faça esquecer do rame-rame, falarei deste Sábado. Um banal Sábado de Novembro.