
Prefiro as palavras creio, parece-me e acho ao acinte. E, sobretudo, à reveladora expressão com que se começam muitas frases: é assim. Mas isto pouco diz ao mundo das certezas e das questiúnculas. Ao mundo que ainda desconhece o verdadeiro significado da contrariedade. A imagem que fica é a do adolescente que a tudo responde: eu sei.