Ia escrever um postal com base nos anteriores textos Aparência e De volta ao real, mas faltou-me a inspiração.
Sobrou o título e duas notas.
- O absurdo ganha espaço dia para dia. Vivem-se tempos de loteria: o que hoje é mentira por acaso, amanhã é verdade aleatória. Calhou ser assim: as verdades vêm por ondas, cuja cadência está por descodificar.
- Ninguém tem mão no absurdo. E quanto mais veementes são as certezas professadas, mais manifesta é a desorientação.