I’m nearly 60. Here’s what I’ve learned about growing old so far, de Tim Dowling, no The Guardian.
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Quando aos 38 anos uma familiar desalmada me disse "agora está na meia-idade" patati patata, senti-o como enorme ofensa. Andava então optimista e entusiasmada a recomeçar - segundo round da vida - um percurso interrompido por contrariedades pesadas que atiraram o que é costume considerar "os melhores anos da vida" para o caixote de lixo, e um comentário destes arrasa-me desta forma.
Ao ler Tim Dowling escrever que hoje se considera que a meia-idade se estende até aos 60/65, vejo que ainda há esperança.