“Faço parte de uma geração que se bateu contra uma maioria existente que, tantas vezes, se confundiu com um poder absoluto” (Primeiro-Ministro António Costa no discurso de tomada de posse do XXIII Governo)


Parafraseando a afirmação de V. Exa. [António Costa] no discurso de tomada de posse direi: “Faço parte de uma geração que se bateu contra a estatização da economia, a atrofia da sociedade civil e a queda do poder de compra dos portugueses e que se orgulha de ter contribuído para dar um passo significativo na aproximação do país ao nível médio de desenvolvimento da UE”.



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Não posso deixar de considerar extraordinário que os muitos devotos de António Costa em todos os quadrantes políticos, e entre jornalistas e comentadores, julguem extemporâneas e descabidas estas palavras de Cavaco Silva. A resposta presente no Observador é apenas um enunciado de evidências marcadas pelo tempo, que quem vive do mundo da opinião virtual já não consegue descobrir ou recordar, tão embrulhado anda na fantasia e nos louvores ao grande mestre e estratega político do nosso tempo. Temos a Governar quem os fazedores de opinião admiram. Teremos o país que estes doutos criadores de realidade política alternativa ditaram.