Espaço e tempo para dizer o menos possível. Ou talvez não. Sempre haverá o que dizer.
Cavaco Silva, humorista improvável e certeiro, de Vítor Rainho, no Observador.
Dá gozo ver a rapaziada enervada. Como se um homem que teve quatro maiorias absolutas fosse obrigado ao silêncio – penso que só quando derrubou Pedro Santana Lopes, com o artigo imortalizado como o da boa e da má moeda, a esquerda não o atacou. Pois bem, qual não foi o mesmo espanto quando descubro em Cavaco Silva um humor que estava longe de imaginar que fosse possível. O texto de opinião que escreveu no Observador é genial e está cheio de ironia fina, mas, como de costume, logo as calhandreiras de serviço trataram de o atacar. Calculo que Cavaco tenha comigo essa qualidade de gostar de ser atacado. Dá gozo ver a rapaziada enervada.
Dá gozo ver a rapaziada enervada. Como se um homem que teve quatro maiorias absolutas fosse obrigado ao silêncio – penso que só quando derrubou Pedro Santana Lopes, com o artigo imortalizado como o da boa e da má moeda, a esquerda não o atacou.
Pois bem, qual não foi o mesmo espanto quando descubro em Cavaco Silva um humor que estava longe de imaginar que fosse possível. O texto de opinião que escreveu no Observador é genial e está cheio de ironia fina, mas, como de costume, logo as calhandreiras de serviço trataram de o atacar. Calculo que Cavaco tenha comigo essa qualidade de gostar de ser atacado. Dá gozo ver a rapaziada enervada.