Espaço e tempo para dizer o menos possível. Ou talvez não. Sempre haverá o que dizer.
*
Tanto medo, mas
devorada na voragem
não largas o passo.
Indo e vindo, sempre.
A tremer, a gemer.
Ciente do perigo,
não falhas
eterno destino –
reverso da desdita.
Mal seguras o corpo,
de mãos lassas
desenfreias imortal
galope do peito.