- Descanso
Desde miúda tive a prova. Para além da normal dislexia (e trapalhice), o acumular de erros e gralhas deve-se não raro a cansaço e noites mal dormidas. É um sinal do corpo, dizendo que precisa descansar.
- Equívocos
Se entre aquilo que se diz e ouve presencialmente existe margem para a dúvida, imagine-se a distância entre aquilo que se escreve e lê ao longe. É muito bonita a afirmação da liberdade de interpretação e o assumir da alienação da propriedade das palavras a partir do momento em que são publicadas, desde que as palavras sirvam para nada ou muito pouco. Se tiverem valor, cada equívoco pode doer. Escrever é um risco. E viver, um risco de erros sucessivos.