Resumindo, sob a perspectiva cá de casa: péssimo para quem costuma ir do Porto a Almada num dos dois fins-de-semana anteriores ao Natal, precisamente para evitar aglomerados de gente nos Comboios nos dias 24, 25 e 26. Assim se impede um filho de estar com os pais e a filha na época natalícia.
E assim se concentra em três dias a confusão geral.
Às tantas o bom senso irá culminar numa decisão de incumprimento.
Quanto à forma: fartinha do tom paternalista de Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa. Dirigem-se aos portugueses como se falassem a imbecis. E ao que parece, os portugueses gostam.