
Nem que me desdobre toda hei-de conseguir uma ficção sobre a maluqueira absurda dos últimos tempos. Andamos a falar de estátuas, mas creio que devemos estar atentos é aos cemitérios. Isto parece um filme de mortos-vivos. A Covid-19 parece ter levantado sepulturas e explodido as lápides dos mais fanáticos leninistas, trotskistas e estalinistas, fascistas e nazis. A que se juntam ressentidos antigos colonizados, escravizados e discriminados em função do sexo e orientação sexual. Um belo caldo para explodir o juízo a gente permeável ao canto da sereia e a adesão ao extremismo violento dissimulado de bonzinho, estupidinho e bem intencionado ou ao extremismo reaccionário e assumidamente violento.
Quem não os conhece que os compre.
Como nasci num País que depois da descolonização caiu numa Guerra Civil de 30 anos também à conta do amor e devoção ao ideário comunista, só apetece lembrar o óptimo resultado para a população do protectorado russo e cubano em Angola.
Não vale a pena discutir com fanáticos, vou é tentar retratá-los como merecem.