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Não é má vontade, mas talvez fosse preferível que o líder do PAN, em vez da biodança, em vez das práticas estimuladoras da emoção, criatividade e prazer de viver, investisse naquelas que despertam o respeito pela opinião dos outros, pela coerência entre discurso e acção e pelos princípios democráticos. Digo eu, que sendo uma ditadora não teria lábia de me aventurar a criar um partido.
Estas psicologias baratas, estas biodanças, fazem lembrar a moda das acusações contra as pessoas tóxicas. Quem mais se queixa são pequenos tiranetes, que não sabendo o que querem da vida, procuram resolver-se ao infernizar e culpar os outros por todas as suas frustrações. Esta é a grande matriz do PAN: a frustração.
E todos sabemos o mal que vem ao mundo quando quem ressabia ganha poder demais.