
Uma família.

Um Ronaldo.

A mesma família.

Outra família.

Ramada e mata.

Um piquenique.

Uma família ciclista.

Um casal.

A passo.

Em corrida.

Um banco sobrevivente virado para o lago.

Lago. Copa de árvore sob a qual costumava estar um banco virado para o lago. Inverteram posição, virando-o para o caminho.

Amigos.

Verde sossegado.

A conversa.

A borboleta que não quer aparecer na fotografia.

Cabelos brancos a pedalar.

Um par de sapatos na mão e o gozo de descalça pisar a erva seca.

À cata de amoras nas silvas.

Um cão bonito.


Forte de São Francisco Xavier - Castelo do Queijo.





Museu - História de Portugal.


Interior do Forte sob a guarda da Associação de Comandos - Delegação do Norte.

A vista para a praia de Matosinhos.

Canhão, guarida com cúpula.

Peças de artilharia.

O Mar de Margarida Castro Cunha.

Já em casa os ímanes no frigorífico. Garrafitas de vinho com o ano de nascimento, das lojas chinesas onde novo-rico não entra, A Família Feliz, de Jan Steen, 1668, trazido do Rijksmuseum em Amesterdão, essa cidade perdida de turistas pindéricos, medalha de Nossa Senhora de Fátima comprada no “mercado da fé”, isto é, junto ao Santuário e agora o Farol de Margarida Castro Cunha, com quem tive o gosto de conversar e contar que se trata do Farolim de Felgueiras. Desta conversa e ida ao Forte do Castelo do Queijo e do diálogo no regresso de Uber tentarei fazer um postal.