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04/10/2024

Fica a sugestão

Imaginem um período da vida de alguém de quem muito do que diz na intimidade caseira ou em pensamento é materializada no espaço público nos dias seguintes. E que os dias vão sucedendo assim, como decorrências daquilo que vai pensando ou falando em privacidade: vê o que pensa e sente abordado, traduzido, interpretado pelo mundo que a rodeia. Levantem a questão da origem da sensação: será resultado da inteligência artificial ou de um quê que ultrapassa uma explicação racional? Será comum a muitos ou não? Não temam acharem-se malucos.


Terão material para um conto ou mesmo romance.


Fica a sugestão para quem passa já que, sem falsas modéstias, não tenho nem tempo nem talento para a ficção.