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13/07/2020

Ele há vidas boas

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Estou há quase três horas a saborear as delícias do Parque da Cidade. Até o sino oiço de hora a hora, como se estivesse em Valinhas, com a avó Isabel. As árvores, em maior diversidade do que aparenta um olhar distraído para o conjunto, mais fotogénicas do que nunca. Um cheirinho bom e misto a erva meia seca, eucalipto e tanta outra vegetação. Os garnisés (o corrector quer que escreva com zê, mas a infopédia diz-me que escreva com esse) cantam. As borboletas, salvo a pintalgada que acabou de cruzar o meu olhar, são brancas, e a pequenina penugem que cai das árvores denuncia passarinhos ainda na muda da pena. O único senão, uns minúsculos insectos também brancos que insistem em pegar-se à pele.


Afinal, razão tinha a avó Rosa: desta quinta é que eu gosto, passeio nela quando quero e não me dá trabalho nenhum.