Espaço e tempo para dizer o menos possível. Ou talvez não. Sempre haverá o que dizer.
(Julho de 2017)
*
Só
tempo
de mais
para esquecer
o deserto
vivo.
Já não
rasga
alma,
nem orgulho.
Aprendi
a aceitar
o amor
como
o desamor.
Assim,
desfila
a memória
inteira,
amanhã.
(actualizado a 03/01/2020)