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01/07/2025

Jornais

Nos últimos dez anos subscrevi à vez três jornais. Hoje foi dia de assinar o Público. Assinatura que vinha a adiar em benefício de outras publicações. Em casa dos meus avós maternos e paternos comprava-se e lia-se o Comércio do Porto. Pude confirmar a razão de preterirem o Jornal de Notícias. No último ano tive subscrição activa do JN para evitar a overdose opinativa dos demais títulos, mas é fácil concluir que é um jornal com atenção voltada para mexericos. A minha intenção era a melhor, valorizar um jornal da minha cidade, mas não vou voltar a subscrever. A percentagem de assuntos irrelevantes é assustadora. É preciso andar à cata de informação com interesse e abstair da profusão de crime, tricas e futebol. Por diversas vezes o citei aqui no último ano, porém se for criteriosa verifico que as notícias que escolhi limitam-se às veiculadas pelas agências noticiosas. Valeu pela experiência. 


Em miúda, em casa dos meus pais, havia o hábito de comprar o Independente e o Expresso. Mas também o JN ao Domingo, creio que por causa da revista (partilhada com o DN). Era a revista que eu lia aos Domingos, depois de no Sábado ler os dois semanários mencionados. À semana lia pontualmente o Público na biblioteca e no café.


E é ao Público que regresso - em verdade nunca deixei de o consultar ao longo do tempo. Nos últimos anos com a limitação de não ser assinante e por isso não ter acesso a todos os conteúdos. A sensação é de ser a melhor escolha. Ou a menos má. Daqui a um ano logo darei nota se mantenho a opinião, como fiz dos outros jornais subscritos nos últimos anos.


Bom dia.