
Há dias assim: maus. Atravessamos temporadas a observar, respeitar, dar o benefício da dúvida e eis que chega o momento em que acordamos e damos de caras com a realidade ordinária e desprezível do desdém. Entremeada de confrangedores actos falhados de humor. É quase inacreditável ainda haver gente decente a respirar no meio do lodo.